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O Filme “Nos Passos do Mestre” apresenta um Jesus nunca antes visto

Dia 24 de março estreiou nos cinemas o filme Nos Passos do Mestre. Com realização da Fundação Espírita André Luiz e Mundo Maior Filmes, o longa-metragem apresenta pela primeira vez uma análise da jornada de Jesus na Terra sob o ponto de vista do Espiritismo.

Para desmistificar muitas das mensagens contidas nos textos sagrados e que até hoje ainda são mal compreendidas, a equipe de produção foi até o Egito, Jerusalém, Turquia e Itália para mostrar os lugares mais significativos da história Cristã. “Aquela imagem de Jesus sofrendo na cruz, do Cristo dogmático, milagroso, vai abrir espaço para a imagem do Mestre Jesus e sua mensagem vai mudar a vida de muita gente”, afirma o diretor André Marouço.

A curadoria do projeto é assinada pelo Prof. Severino Celestino, pesquisador da Bíblia e professor de Ciências da Religião pela Universidade Federal da Paraíba. O filme conta ainda com a participação especial de Adão Nonato, psicólogo e estudioso do Velho e do Novo Testamento. O longa é dirigido por André Marouço, diretor dos filmes Causa e Efeito (Paris Filmes 2014) que ganhou como o segundo melhor filme do ano de 2014, pela votação do Guia Folha/UOL; e O Filme dos Espíritos (Paris Filmes) que ganhou como Melhor Roteiro, no Festival Sesc Melhores Filmes 2012.

Nos Passos do Mestre contou com apoio financeiro de apoiadores através da plataforma Catarse (financiamento colaborativo) foram mais de 900 apoiadores, tendo sido captado por esta modalidade R$120 mil, cifra campeã para este tipo de financiamento, o que valeu capa da Veja São Paulo em setembro de 2013:http://vejasp.abril.com.br/materia/projetos-bem-sucedidos-crowdfunding

Os Principais Temas Abordados no Filme

O objetivo do filme é a reconstrução de Jesus como personagem histórico através de uma análise profunda e racional, Nos Passos do Mestre, aborda passagens que envolvem a vida do Cristo sem o apego a dogmas e contesta racionalmente: A virgindade de Maria; o batismo de Jesus; Suas curas e milagres; a traição de Judas, a ressurreição de Lázaro e do próprio Jesus, entre outros temas importantes analisados sob os aspectos educacionais e morais da obra do Cristo.

O filme deixa claro que Jesus em momento algum quis criar qualquer religião, mas sim disseminar o amor e a paz. A reencarnação e a mediunidade também são tratadas, mostrando que tanto o Velho Testamento quanto o Novo atestam as duas realidades.

Muitos daqueles que assistirem poderão compreender com a narrativa do longa, a sabedoria do maior filósofo, cientista, pacifista, médico e pedagogo de todos os tempos, Jesus Cristo.

Informações imprensa
assessoria@feal.com.br /11-2086-4360(Erika)

Ficha Técnica
Roteiro e direção: André Marouço
Curadoria: Severino Celestino
Participação Especial: Adão Nonato
Produção: Pollyana Pinheiro
Produção executiva: Duilio Moraes
Direção de arte: Ana Diniz
Direção de fotografia: Arthur Oliveira
Produção de Elenco: Rosangela Marouço
Estrelando: Fábio Malosso
Duração: 100 min

Fonte: 
Erika Silveira
Marketing FEAL
11- 20864360
assessoria@feal.com.br

 



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Médicos incluem espiritualidade em tratamentos

 

á uma revolução em curso na medicina que mudará para sempre a forma de tratar o paciente. Médicos e instituições hospitalares do mundo todo começam a incluir nas suas rotinas de maneira sistemática e definitiva a prática de estimular nos pacientes o fortalecimento da esperança, do otimismo, do bom humor e da espiritualidade.

O objetivo é simples: despertar ou fortificar nos indivíduos condições emocionais positivas, já abalizadas pela ciência como recursos eficazes no combate a doenças. Esses elementos funcionariam, na verdade, como remédios para a alma – mas com repercussões benéficas para o corpo. No Brasil, a nova postura faz parte do cotidiano de instituições do porte do Instituto do Coração (InCor), em São Paulo, da Rede Sarah Kubitschek e do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into), no Rio de Janeiro, três referências nacionais na área de reabilitação física. Nos Estados Unidos, o conceito integra a filosofia de trabalho, entre outros centros, do Instituto Nacional do Câncer, um dos mais importantes pólos de pesquisa sobre a enfermidade do planeta, e da renomada Clínica Mayo, conhecida por estudos de grande repercussão e tratamentos de primeira linha. 

A adoção desta postura teve origem primeiro na constatação empírica de que atitudes mais positivas traziam benefício aos pacientes. Isso começou a ser observado principalmente em centros de tratamento de doenças graves como câncer e males que exigem do indivíduo uma força monumental. No dia-a-dia, os médicos percebiam que os doentes apoiados em algum tipo de fé e que mantinham a esperança na recuperação de fato apresentavam melhores prognósticos. A partir daí, pesquisadores ligados principalmente a essas instituições iniciaram estudos sobre o tema.

Hoje há dezenas deles. Um exemplo é um trabalho publicado na edição da revista científica BMC Câncer sugerindo que o otimismo é um fator de proteção contra o câncer de mama. “Verificamos que mulheres expostas a eventos negativos têm mais risco de contrair a doença do que aquelas que apresentam maiores sentimentos de felicidade e positivismo”, explicou Ronit Peled, da Universidade de Neguev, de Israel, autor da pesquisa. Na última edição do Annals of Family Medicine – publicação de várias sociedades científicas voltadas ao estudo de medicina da família – há outra mostra do que vem sendo obtido. Uma pesquisa divulgada na revista revelou que homens otimistas em relação à própria saúde de alguma forma ficaram mais protegidos de doenças cardiovasculares. Os cientistas acompanharam 2,8 mil voluntários durante 15 anos. Eles constataram que a incidência de morte por infarto ou acidente vascular cerebral foi três vezes menor entre aqueles que no início estavam mais confiantes em manter uma boa condição física. Provas dos efeitos da adoção da espiritualidade na melhora da saúde também começaram a surgir. Nos estudos sobre o tema, a prática aparece associada à redução da ansiedade, da depressão e à diminuição da dor, entre outras repercussões. 


A partir de informações como essas, os cientistas resolveram identificar o que levava a esse impacto. Chegaram basicamente a duas razões. Uma é de natureza comportamental. Em geral, quem é otimista, tem esperança e cultiva alguma fé costuma ter hábitos mais saudáveis. Além disso, essas pessoas seguem melhor o tratamento. “Uma postura positiva leva a gestos positivos. Os pacientes se cuidam mais, alimentam-se bem, fazem direito a fisioterapia, mesmo que ela seja dolorosa”, explica a clínica geral carioca Cláudia Coutinho.

A outra explicação tem fundamento biológico. Está provado que a manutenção de um estado de espírito mais seguro e esperançoso desencadeia no organismo uma cadeia de reações que só trazem o bem. “Se o paciente é otimista, encara um problema de saúde como um desafio a ser vencido. Nesse caso, as alterações ocorridas no corpo poderão ser usadas a seu favor”, explica o pesquisador Ricardo Monezi, do Instituto de Medicina Comportamental da Universidade Federal de São Paulo. O bom humor, por exemplo, é capaz de promover o aumento da produção de hormônios que fortalecem o sistema de defesa, fundamental quando o corpo precisa lutar contra inimigos. Além disso, o riso provoca relaxamento de vários grupos musculares, melhora as funções cardíacas e respiratórias e aumenta a oxigenação dos tecidos.

É esse arcabouço de informações que permite hoje o uso, na prática, da espiritualidade, do otimismo, da esperança e do bom humor como recursos terapêuticos dentro da medicina. Nos Estados Unidos, por exemplo, pesquisadores da Universidade do Alabama preparam-se para começar a aplicar um tratamento batizado de “terapia da esperança”. O sistema consiste em ajudar os pacientes a construir e a manter a esperança diante da doença. “O primeiro passo é auxiliá-los a encontrar um objetivo importante que dê sentido a suas vidas. Depois, aumentar a motivação para alcançá-lo e orientá-los sobre os caminhos a serem seguidos”, explicou à ISTOÉ Jennifer Cheavens, da Universidade de Ohio e participante do grupo que desenvolveu a novidade.

Desde que recebeu o diagnóstico de câncer no intestino, no ano passado, a consultora de marketing carioca decidiu que manter o bom humor seria sua grande arma. “Claro que em alguns momentos eu fiquei triste. Mas resolvi que não me deixaria abater e que continuaria a rir muito”, lembra ela, autora do livro Câncer: sentença ou renovação?

Essa construção é feita com base em técnicas usadas na terapia cognitivo-comportamental, cujo objetivo é treinar o indivíduo a pensar e a agir de forma diferente para conseguir lidar de modo mais eficiente diante de condições adversas. O treinamento é feito com duas sessões semanais realizadas durante dois meses. A terapia será usada em portadores de deficiências visuais e nas pessoas responsáveis por seus cuidados. “Acreditamos que ela ajudará muito na redução da depressão e de outros problemas associados à perda da visão. Os pacientes ficarão mais motivados a lutar contra as dificuldades e a participar dos trabalhos de reabilitação”, explicou à ISTOÉ Laura Dreer, professora do departamento de oftalmologia da Universidade do Alabama, nos EUA.

No Brasil, a inclusão da ferramenta na prática médica está mudando a rotina dos hospitais. No Instituto de Ortopedia, no Rio de Janeiro, por exemplo, o trabalho médico é acompanhado pelo suporte psicológico, dedicado especialmente a fortalecer uma atitude mais positiva. O trabalho, claro, não é simples. Os pacientes costumam ser vítimas de traumas medulares ocorridos em situações como acidentes ou quedas. De uma hora para outra, têm a vida totalmente limitada. “Por isso, precisamos ajudá-los a enfrentar a nova situação. Eles têm de passar por uma reabilitação física e emocional”, explica a psicóloga Fátima Alves, responsável pelo grupo. E quem faz isso usando o otimismo e a esperança como armas sai ganhando. “Mostramos principalmente aos mais descrentes que a postura positiva no enfrentamento da doença é um remédio”, afirma Tito Rocha, coordenador da unidade hospitalar do instituto. Em breve, eles abrirão um grupo para incentivar o cultivo da espiritualidade pelos doentes. 

Talvez o símbolo mais emblemático do fim do preconceito da medicina ocidental contra questões relativas à emoções e espiritualidade seja o que está acontecendo na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), a mais tradicional do País. A instituição sediou um evento para mostrar aos profissionais de saúde a importância de recursos como a espiritualidade e o bom humor na recuperação de pacientes. O curso foi ministrado pelo geriatra Franklin dos Santos, professor de pós-graduação da disciplina de emergências médicas da universidade. No programa, houve um bom espaço para ensinar os médicos e enfermeiros a usarem essas ferramentas. “Discutimos como isso deve ser aplicado na prática”, diz o médico, que tem dado palestras pelas escolas de medicina do País inteiro.

Nos Estados Unidos, também há um esforço para treinar os profissionais de saúde. Só para se ter uma idéia, o Instituto Nacional de Câncer americano criou uma espécie de guia para orientar médicos, enfermeiros e psicólogos sobre como usar a espiritualidade do paciente a seu favor. Todo esse interesse é o sinal mais patente de que a revolução vai durar. Por isso, ninguém deve se surpreender se quando chegar ao consultório médico for indagado sobre suas condições de saúde, obviamente, mas também sobre sua relação com a espiritualidade ou disposição de esperança.

“Questões como essas devem começar a ser cada vez mais levantadas”, defende Brick Johnstone, professor de psicologia médica da Universidade Missouri-Columbia, nos EUA.

FONTE: REVISTA ISTO É - EDIÇÃO 2025A uma revolução em curso na medicina que mudará para sempre a forma de tratar o paciente. Médicos e instituições hospitalares do mundo todo começam a incluir nas suas rotinas de maneira sistemática e definitiva a prática de estimular nos pacientes o fortalecimento da esperança, do otimismo, do bom humor e da espiritualidade.


O objetivo é simples: despertar ou fortificar nos indivíduos condições emocionais positivas, já abalizadas pela ciência como recursos eficazes no combate a doenças. Esses elementos funcionariam, na verdade, como remédios para a alma – mas com repercussões benéficas para o corpo. No Brasil, a nova postura faz parte do cotidiano de instituições do porte do Instituto do Coração (InCor), em São Paulo, da Rede Sarah Kubitschek e do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into), no Rio de Janeiro, três referências nacionais na área de reabilitação física. Nos Estados Unidos, o conceito integra a filosofia de trabalho, entre outros centros, do Instituto Nacional do Câncer, um dos mais importantes pólos de pesquisa sobre a enfermidade do planeta, e da renomada Clínica Mayo, conhecida por estudos de grande repercussão e tratamentos de primeira linha. 

A adoção desta postura teve origem primeiro na constatação empírica de que atitudes mais positivas traziam benefício aos pacientes. Isso começou a ser observado principalmente em centros de tratamento de doenças graves como câncer e males que exigem do indivíduo uma força monumental. No dia-a-dia, os médicos percebiam que os doentes apoiados em algum tipo de fé e que mantinham a esperança na recuperação de fato apresentavam melhores prognósticos. A partir daí, pesquisadores ligados principalmente a essas instituições iniciaram estudos sobre o tema.

Hoje há dezenas deles. Um exemplo é um trabalho publicado na edição da revista científica BMC Câncer sugerindo que o otimismo é um fator de proteção contra o câncer de mama. “Verificamos que mulheres expostas a eventos negativos têm mais risco de contrair a doença do que aquelas que apresentam maiores sentimentos de felicidade e positivismo”, explicou Ronit Peled, da Universidade de Neguev, de Israel, autor da pesquisa. Na última edição do Annals of Family Medicine – publicação de várias sociedades científicas voltadas ao estudo de medicina da família – há outra mostra do que vem sendo obtido. Uma pesquisa divulgada na revista revelou que homens otimistas em relação à própria saúde de alguma forma ficaram mais protegidos de doenças cardiovasculares. Os cientistas acompanharam 2,8 mil voluntários durante 15 anos. Eles constataram que a incidência de morte por infarto ou acidente vascular cerebral foi três vezes menor entre aqueles que no início estavam mais confiantes em manter uma boa condição física. Provas dos efeitos da adoção da espiritualidade na melhora da saúde também começaram a surgir. Nos estudos sobre o tema, a prática aparece associada à redução da ansiedade, da depressão e à diminuição da dor, entre outras repercussões. 

A partir de informações como essas, os cientistas resolveram identificar o que levava a esse impacto. Chegaram basicamente a duas razões. Uma é de natureza comportamental. Em geral, quem é otimista, tem esperança e cultiva alguma fé costuma ter hábitos mais saudáveis. Além disso, essas pessoas seguem melhor o tratamento. “Uma postura positiva leva a gestos positivos. Os pacientes se cuidam mais, alimentam-se bem, fazem direito a fisioterapia, mesmo que ela seja dolorosa”, explica a clínica geral carioca Cláudia Coutinho.

A outra explicação tem fundamento biológico. Está provado que a manutenção de um estado de espírito mais seguro e esperançoso desencadeia no organismo uma cadeia de reações que só trazem o bem. “Se o paciente é otimista, encara um problema de saúde como um desafio a ser vencido. Nesse caso, as alterações ocorridas no corpo poderão ser usadas a seu favor”, explica o pesquisador Ricardo Monezi, do Instituto de Medicina Comportamental da Universidade Federal de São Paulo. O bom humor, por exemplo, é capaz de promover o aumento da produção de hormônios que fortalecem o sistema de defesa, fundamental quando o corpo precisa lutar contra inimigos. Além disso, o riso provoca relaxamento de vários grupos musculares, melhora as funções cardíacas e respiratórias e aumenta a oxigenação dos tecidos.

É esse arcabouço de informações que permite hoje o uso, na prática, da espiritualidade, do otimismo, da esperança e do bom humor como recursos terapêuticos dentro da medicina. Nos Estados Unidos, por exemplo, pesquisadores da Universidade do Alabama preparam-se para começar a aplicar um tratamento batizado de “terapia da esperança”. O sistema consiste em ajudar os pacientes a construir e a manter a esperança diante da doença. “O primeiro passo é auxiliá-los a encontrar um objetivo importante que dê sentido a suas vidas. Depois, aumentar a motivação para alcançá-lo e orientá-los sobre os caminhos a serem seguidos”, explicou à ISTOÉ Jennifer Cheavens, da Universidade de Ohio e participante do grupo que desenvolveu a novidade.

Desde que recebeu o diagnóstico de câncer no intestino, no ano passado, a consultora de marketing carioca decidiu que manter o bom humor seria sua grande arma. “Claro que em alguns momentos eu fiquei triste. Mas resolvi que não me deixaria abater e que continuaria a rir muito”, lembra ela, autora do livro Câncer: sentença ou renovação?

Essa construção é feita com base em técnicas usadas na terapia cognitivo-comportamental, cujo objetivo é treinar o indivíduo a pensar e a agir de forma diferente para conseguir lidar de modo mais eficiente diante de condições adversas. O treinamento é feito com duas sessões semanais realizadas durante dois meses. A terapia será usada em portadores de deficiências visuais e nas pessoas responsáveis por seus cuidados. “Acreditamos que ela ajudará muito na redução da depressão e de outros problemas associados à perda da visão. Os pacientes ficarão mais motivados a lutar contra as dificuldades e a participar dos trabalhos de reabilitação”, explicou à ISTOÉ Laura Dreer, professora do departamento de oftalmologia da Universidade do Alabama, nos EUA.

No Brasil, a inclusão da ferramenta na prática médica está mudando a rotina dos hospitais. No Instituto de Ortopedia, no Rio de Janeiro, por exemplo, o trabalho médico é acompanhado pelo suporte psicológico, dedicado especialmente a fortalecer uma atitude mais positiva. O trabalho, claro, não é simples. Os pacientes costumam ser vítimas de traumas medulares ocorridos em situações como acidentes ou quedas. De uma hora para outra, têm a vida totalmente limitada. “Por isso, precisamos ajudá-los a enfrentar a nova situação. Eles têm de passar por uma reabilitação física e emocional”, explica a psicóloga Fátima Alves, responsável pelo grupo. E quem faz isso usando o otimismo e a esperança como armas sai ganhando. “Mostramos principalmente aos mais descrentes que a postura positiva no enfrentamento da doença é um remédio”, afirma Tito Rocha, coordenador da unidade hospitalar do instituto. Em breve, eles abrirão um grupo para incentivar o cultivo da espiritualidade pelos doentes. 

Talvez o símbolo mais emblemático do fim do preconceito da medicina ocidental contra questões relativas à emoções e espiritualidade seja o que está acontecendo na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), a mais tradicional do País. A instituição sediou um evento para mostrar aos profissionais de saúde a importância de recursos como a espiritualidade e o bom humor na recuperação de pacientes. O curso foi ministrado pelo geriatra Franklin dos Santos, professor de pós-graduação da disciplina de emergências médicas da universidade. No programa, houve um bom espaço para ensinar os médicos e enfermeiros a usarem essas ferramentas. “Discutimos como isso deve ser aplicado na prática”, diz o médico, que tem dado palestras pelas escolas de medicina do País inteiro.

Nos Estados Unidos, também há um esforço para treinar os profissionais de saúde. Só para se ter uma idéia, o Instituto Nacional de Câncer americano criou uma espécie de guia para orientar médicos, enfermeiros e psicólogos sobre como usar a espiritualidade do paciente a seu favor. Todo esse interesse é o sinal mais patente de que a revolução vai durar. Por isso, ninguém deve se surpreender se quando chegar ao consultório médico for indagado sobre suas condições de saúde, obviamente, mas também sobre sua relação com a espiritualidade ou disposição de esperança.

“Questões como essas devem começar a ser cada vez mais levantadas”, defende Brick Johnstone, professor de psicologia médica da Universidade Missouri-Columbia, nos EUA.

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Memorial Chico Xavier é entregue em Uberaba

 

Obra financiada pelo MTur vai contribuir para fortalecimento do turismo religioso no interior mineiro

 

O secretário executivo do Ministério do Turismo, Alberto Alves, participou nesta sexta-feira (10) da cerimônia de entrega da obra do Memorial Chico Xavier, em Uberaba (MG). A construção contou com recursos de R$ 2,9 milhões do Ministério do Turismo. Além disso, a pasta destinará outros R$ 487,5 mil para aquisição de mobiliário.


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Pai de prefeito da região de Cajazeiras diz que curou até ‘doido varrido’ e afirma que situação do Brasil vai piorar. Com 40 anos de reza, ele é procurado por gente de todo o país
Seu Zé Cândido diz que o segredo da sua reza está no Espiritismo de Allan Kardec, que, segundo ele, não anula a sua fé cristã

Muitas pessoas talvez ainda não saibam, mas o prefeito do município de Poço Dantas, José Gurgel Sobrinho, é filho de um dos curandeiros mais populares e requisitados do Sertão paraibano. Estamos falando de Zé Cândido. Inclusive, é por causa da fama do pai que o prefeito é mais conhecido como Dedé de Zé Cândido.

Seu Zé Cândido, rezador há 40 anos
Zé Cândido é aquilo que costumamos chamar de “história viva”. Prestes a completar 85 anos, ele esbanja saúde, lucidez mental e muita inteligência, com conhecimento de causa para tratar de assuntos polêmicos como a relação entre catolicismo e espiritismo.
Seu Zé, que nasceu em Icó-CE, reza há 40 anos e nesse tempo acumulou histórias incríveis sobre esse ritual primitivo que ainda é bastante requisitado no Nordeste brasileiro. Ele garante que, além de doenças convencionais, já curou até “doido varrido”.

O segredo da sua reza está no Espiritismo de Allan Kardec, afinal ele acredita que essa linha espírita não anula a fé cristã porque também tem base na Bíblia.
“Eu não saio da Bíblia e nem saio da lei de Deus. Eu posso estar dentro do Espiritismo porque o Espiritismo de Allan Kardec vem da Bíblia”, explica o curandeiro.
Seu Zé Cândido conta que descobriu o poder da reza quando resolveu apelar para um curandeiro para tentar se curar de uma doença que o molestava há dez anos e a medicina convencional não dava jeito. Hoje, ele é um dos principais rezadores do Nordeste e recebe gente de todas as partes do Brasil.
“Eu que deixei. Mas eu só vivia pelo mundo. Saía e passava três, quatro dias rezando em gente. Quando chegava já tinha carta chamando para outro canto, já tinha um portador, já tinha uma coisa e era aquele rebuliço. Quarenta anos nessa peregrinação, rezando em gente doente na minha casa, andando pelo mundo.”

DIÁRIO DO SERTÃO


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Ator global afirma ouvir espíritos

 

Carlos Vereza abriu a porta de seu apartamento no Rio para o site EGO e seu cãozinho de estimação da raça Shih Tzu, Benjamin, foi receber a gente de forma muito animada. 'Ele é assim, adora uma festa! Me divirto muito com ele', disse o ator, com sua voz marcante e característica.

É assim, de forma leve, que Vereza tem levado a vida. E esse foi o tom da entrevista de pouco mais de uma hora. No ar na novela das seis da Globo, 'Além do Tempo', ele falou sobre temas como espiritismo, vida extraterrestre e política, mas tudo com naturalidade.

Aos 76 anos de idade e 57 de carreira, o ator diz exatamente o que pensa e não teme o que vão pensar dele. 'Não me preocupo nem um pouco com isso', garante. Confira o que ele tem a dizer:

Esse grande sucesso de `Além do Tempo` te surpreendeu?

Carlos Vereza: No inconsciente coletivo, existe uma demanda por temas esperançosos. Ainda que seja por 40 minutos, há que se ter algo diferente da violência ética, moral, política e econômica existente no Brasil. A (autora) Elizabeth (Jhin) faz isso de forma natural e por isso não fiquei surpreso.

O que achou da passagem de tempo na história? Foi um grande risco.

A autora fez uma revolução nas novelas, essa é a parte que mais me emociona ao falar desse trabalho. Ela deixou uma zona confortável, numa história de época com grande audiência, e, em um capítulo, saiu do século 19 para 2015.

A novela tem uma temática espiritualista, doutrina que o senhor segue. O plano espiritual ajudou de alguma forma na audiência?

Sim e digo isso sem dúvida, no alto dos meus 76 anos. Acredito na intuição. Uma pessoa talentosa como a Elizabeth está sendo assessorada pelo plano espiritual de luz, tenho certeza disso.

Quando passou a seguir a doutrina espírita?


Há 27 anos, fiz um programa chamado `Delegacia de Mulheres`. A cena final tinha tiros e colocaram muita pólvora no meu ombro esquerdo. Nisso, explodiu meu ouvido interno esquerdo. Visitei clínicas por três anos e nada adiantava. Foi aí que uma tia me recomendou a ir ao Lar (espírita) Frei Luiz. Eu não conhecia e ela me disse que um primo havia sido curado lá de uma leucemia.

E aí?

Fui todo quebrado, de cadeira de rodas, e, em sete meses, pude perceber através das operações espirituais que estava melhorando. A audição voltou, mas ficou um zumbido que não tem cura. Me ensinaram a controlá-lo espiritualmente.

Como são essas operações espirituais?

O espírito do doutor Frederick (von Stein, um médico alemão) se materializa com o ectoplasma do médium que fica deitado na cabine. Essa é uma substância que só os encarnados têm. O espírito aparece com a máscara de médico e fica ali por duas horas. Quem está no local vê isso e outros fenômenos, como espíritos de franciscanos e a mão do Frei Luiz levitando com um lírio.

Como reagiu ao presenciar isso pela primeira vez?


Não sabia que não podia tocar no espírito materializado e estava tão emocionado que peguei a mão dele. E não era uma mão que vazava como nos filmes de fantasma. Era uma mão como a de qualquer pessoa. Ele me deixou beijá-la, mas ele não falou nada. Na semana seguinte, perguntei se ele havia ficado zangado comigo por ter tomado bênção.

E o que ele respondeu?


Ele disse que não, que havia deixado para eu me certificar da existência do espírito. Depois me explicou que, em geral, não é aconselhável fazer isso porque dá um choque no médium que está na cabine. Esse médium realmente possuía várias pequenas queimaduras provocadas por esses choques. Se eu for falar do que os espíritos são capazes, dá para fazer um longa-metragem...

Conte alguns exemplos.

Chico Xavier era um médium que podia ficar em dois lugares ao mesmo tempo. Ele tinha todas as mediunidades, inclusive, a bicorporeidade. Santo Antônio também tinha. Ele estava vivo na Itália e o irmão ia ser executado em outro país. Ele ficou onde estava, se desdobrou e foi com o espírito materializado provar a inocência do irmão.

Como fica o corpo quando o espírito sai para se materializar em outro lugar?


Fica sonolento. Além do corpo físico, temos o corpo astral que tem a capacidade de se materializar em qualquer lugar. A física quântica prova isso. Você pega duas partículas subatômicas separadas. Mexe em uma, a outra reage. Mas esse dom da materialização é raro, depende do médium.

O senhor tem algum dom?


Só intuição e ela se aplica de uma forma muito didática e prática. Quando não sigo, quebro a cara.

Já viu espíritos?


Só escuto. No meu quarto, de vez em quando, eles batem na minha porta. Aí eu digo vá com Deus e volto a dormir. Tenho que gravar cedo no dia seguinte. Vou abrir a porta e ficar batendo papo? Pode demorar muito (risos).

Não fica com medo? Não existem só espíritos bons.


Há 27 anos, eu sairia correndo. Hoje em dia não mais. E quem bate em porta é espírito brincalhão. Não é mau e nem bom, mas gosta de se divertir, dando susto.

O senhor também acredita em vidas extraterrestres. Tem alguma ligação com a crença no espiritismo?

Tem sim. Jesus disse que a casa de seu pai tem muitas moradas e existe um espírito chamado Ramatis que há 40 anos já dizia que havia vida em Marte. Como espírito, ele foi lá. É muita pretensão achar que só há vida na Terra. Eu, por exemplo, já vi discos voadores e filmei (assista ao vídeo ao lado). Eram dois discos em cima da Pedra da Gávea (no Rio).

Foi a primeira vez que o senhor viu?

Não. A primeira vez foi em 1997 e eram muitos. Estava na varanda de um prédio na Barra da Tijuca e passaram vários discos em direção ao mar. Depois disso fiquei muito tempo sem ver até esse dia da Pedra da Gávea. A diretora do Observatório Nacional não desmentiu, só disse não saber o que eram aqueles objetos.

Eles já tentaram se comunicar contigo?


Uma vez de manhã o computador ligou sozinho. De repente, ele começou a falar em português. Depois em espanhol, inglês e alemão. Mudava de língua numa velocidade muito rápida. Cada país que eles passavam era de uma língua e iam mudando.

Por que eles não aparecem oficialmente?

Algumas pessoas tiveram contato. Mas, com alguns, eles chegam perto e dão tiros. Como eles vão reagir? Se eles possuem um disco que os possibilita vir até aqui, imagine a arma que eles possuem. Tenho relatos de ufólogos que dizem que extraterrestres estão desativando plataformas de foguetes atômicos na Terra, senão o planeta já tinha dançado. Mas vai chegar o momento que vamos ter o contato com eles.

Não há apenas ETs bons, né? Os filmes de Hollywood mostram os malvados, escravizando a Terra. Não teme isso?

Assim como os irmãos do bem podem chegar aqui, esses também podem. São esses que decepam bois e abduzem pessoas. Os do bem não fazem isso. Mas não acredito em escravização da raça humana.

O sumiço dos ETs por aqui teria alguma ligação com a crise que o país enfrenta?

Acho que sim, mas eles respeitam o livre arbítrio. Essa é uma lei sagrada em todo o universo. Eles não podem interferir no nosso livre arbítrio, prender os ladrões.

O senhor integrou o Partido Comunista por anos. Como avalia a atual situação do Brasil?

Quando fui do Partido Comunista, ele tinha um ideal, as pessoas morriam e eram sequestradas por causa dele. Eu mesmo fui sequestrado duas vezes. Não é o partido de hoje em dia, que quer uma mansão à beira do lago Paranoá (em Brasília).

Em sua carreira está um dos personagens políticos mais emblemáticos das novelas, o senador Caxias, de `O Rei do Gado`...


(Interrompe) Ele continua atual, né? Agora com a questão do impeachment, mais do que nunca! Era um personagem muito bem feito, não era panfletário. Triste o país que precisa de heróis e não tem uma classe política que o represente. Um senador Caxias, do jeito que era radical com suas posturas éticas e políticas, hoje em dia provavelmente seria assassinado.

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